terça-feira, 21 de junho de 2011

Papo teológico - 1

A interpretação da Bíblia deve ser feita em obediência a alguns princípios básicos, sob pena de tirarmos conclusões totalmente distorcidas ou inverídicas. Em II Pe 1:20, lemos que “ nenhuma profecia da Escritura é de particular elucidação, porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana” . Assim ela não deve ser interpretada pelos conceitos naturais, entendimentos lógicos, filosofias, pontos de vistas ou imaginações humanas.

Em primeiro lugar, a Bíblia deve ser interpretada de acordo com ela mesma. È necessário o discernimento de que a revelação divina é progressiva, havendo diferenças entre as dispensaçoes., assim, não se pode tomar fatos do Velho Testamento da mesma maneira como se abordam episódios do Novo.

Por exemplo, na era da lei, o Espírito de Deus só agia exteriormente no homem, enquanto na era da graça, o Espírito passou a habitar interiormente no homem.

Qualquer revelação Bíblica deve ser interpretada levando-se em conta a revelação central da palavra. Lembre-se: “alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios”. I Tm 4:1

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